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Figuras do espaço

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Figuras do espaço : sujeito, corpo, lugar
Paola Mieli
Formato: 16x23cm, 292 páginas
ISBN: 978-85-391-0818-3

 

Quando falamos de ‘espaço’, temos a impressão de compreender o que estamos falando, ainda que a ideia de espaço tenha sido, ao longo dos séculos, objeto de sutis debates filosóficos, religiosos e científicos que engendraram teorias contrastantes. Precisamente porque minha formação inicial foi filosófica, a experiência da escuta analítica e da frequentação das artes me afastou cada vez mais de teorias sedutoras, porém pré-constituídas, e me convidou a dedicar-me à evidência da relação do sujeito com o mundo, que é feita de experiências comuns, cotidianas e, embora inusitadas, familiares. Vista sob esse ângulo, a relação com o espaço aparece sobretudo libidinizada, mediada pela relação significante pela qual o ser humano aborda o mundo.”
P. M.

 


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Christian Ingo Lenz Dunker:

Paola Miele, psicanalista nascida na Itália e formada na França, é fundadora e diretora da Après-Coup, em Nova York. Professora do Departamento de Fotografia e Mídia da Escola de Artes Visuais de Nova York, é uma das figuras mais inventivas e respeitadas da cena psicanalítica americana. Neste livro, ela reúne trinta anos de pesquisa e clínica em torno do problema do espaço e do corpo.

 

Partindo de uma discussão filosófica com o realismo e suas diferentes modalizações contemporâneas na arte e na ciência, ela nos mostra como a psicanálise de Freud e Lacan representa um questionamento produtivo da partilha do sensível. A teoria da pulsão e do objeto a figura aqui como articuladora para uma verticalização das relações entre corpo e linguagem. Sua escolha segue a intuição topológica de pensar a linguagem em estrutura de espaço, contudo matiza esta direção ao mostrar que o corpo não pode ser reduzido à res extensa cartesiana. Seus argumentos têm a melhor procedência. Três casos em diferentes momentos históricos são apresentados com detalhamento. Eles mostram como as artes visuais, a dança e a própria experiência banal de andar e habitar um corpo nos convidam a redescrever criticamente o que vem a ser o espaço, o lugar e a posição, como operadores da clínica psicanalítica e da crítica da cultura.

 

 

 

 

 
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