• banner_marcelo_jabuti_2017_b
  • banner_hector_benoit
  • banner_gustavo_bernardo_2
  • banner_annablume_novo_endereco_2
Paisagens pós-urbanas

paisagens_pos_urbanas

Paisagens pós-urbanas: o fim da experiência urbana e as formas comunicativas do habitar
Massimo Di Felice
Formato 14x21 cm, 308 páginas
ISBN: 978-85-7419-991-7

O significado do fim da experiência urbana, mais do que indicar as crises das dimensões sociopolíticas e arquitetônico-administrativas que, depois da cidade, marcam também as metrópoles contemporâneas, aponta para a direção de uma progressiva pluralização do território gerada pelas mídias que, primeiro com a leitura, depois, com a eletricidade – através da duplicação técnica da paisagem criada pelo cinema e pela TV – e, finalmente, com o advento das redes digitais, produz a progressiva perda do significado único do espaço e a transformação qualitativa das práticas habitativas.
A recente introdução dos ecossistemas informativos e dos mundos virtuais, não apenas passou a reproduzir ambientes atravessáveis somente mediante formas de interações técnicas, mas, também, motivou o questionamento do conceito de espaço e do significado do habitar.

 

Superando as percepções arquitetônicas e topográficas, o livro propõe uma interpretação teórica midiática e comparativa do habitar, aprofundando os seus possíveis significados a partir das interações e das articulações que mídia, sujeito e território passam a desenvolver entre si, em épocas tecnológicas diferentes e no interior de distintas arquiteturas comunicativas. O conceito de habitar é, portanto, apresentado como um conceito estratégico para pensar as transformações que interessam não apenas a época e as sociedades atuais, mas, também, a nossa condição perceptiva e a nossa forma de sentir. No estudo das relações entre tecnologia comunicativa e ambiente, entre mídia e “natureza”, reside uma importante chave interpretativa das transformações e dos desafios da época pós-urbana.

 

Massimo Di Felice

Compre aqui


Sumário sintetizado

Prefácio - Alberto Abruzzese


Parte 1 - O habitar como prática comunicativa

1 - Comunicar com o ambiente
1.1 Res Extensa
1.2. A natureza como linguagem

2 - Comunicar no ambiente
2.1 O habitar e as alterações técnicas da percepção sensorial
2.2 O habitar como ser-aí
2.3 Tecnologias comunicativas do habitar

Parte 2 - O habitar empático

1. A cidade e a escrita
1.1 A cidade recipiente de textos
1.2 A cidade em forma de livro
1.3 A cidade em forma de letras

2. A cidade de papel
2.1 A República, de Platão
2.2. De civitate dei, de Santo Agostinho
2.3. A cidade do sol, de Tommaso Campanella

3. A cidade e os espaços impressos
3.1. A cidade nova
3.2. De re aedificatoria
3.3. A cidade no novo mundo
3.4. A cidade funcional moderna

Parte 3 – O habitar exotópico

1. As formas visuais do habitar
1.1 O social proveniente das imagens
1.2 A época das imagens de mundo: publicidade e niilismo

2. As formas eletrônicas do habitar
2.1. A emancipação do lugar e a crise da experiência urbana
2.2. Espacialidades eletrônicas
2.3. “Metropoleletrônica”

3. Trânsitos eletrônicos
3.1. Deslocações
3.2. Latarias eletrônicas
3.3. IPod flâneur: metapaisagens e extensões sonoras
3.4. A teoria da relatividade no metrô: além do lugar e da identidade
3.5. Paisagens mutantes: além da metrópole e por detrás do vidro de um ônibus

4. Paisagens flutuantes e arquiteturas móveis
4.1. Paisagens flutuantes
4.2. Arquiteturas móveis

Parte 4 – O habitar atópico

1. Além do território
1.1. Paisagens virtuais I
1.2. Paisagens virtuais II
1.3. Paisagens virtuais III
1.4. Os Sistemas Informativos Geográficos (G.I.S.) 

2. O habitar transorgânico
2.1. Genius loci tecnológico
2.2. O habitar informativo: além do sedentarismo e do nomadismo
2.3. Transorganicidade

3. Atopias
3.1. Ecossistemas informativos: os tecnodinamismos da web 2.0
3.2. Redes sociais digitais
3.3. Look after your eyes
3.4. Fazer espaços: raves, pós-antropologias e pós-arquiteturas

 
^ Top ^