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O corte da sexualidade

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O corte da sexualidade: o ponto de viragem da psquiatria brasileira no século XIX
Renato Beluche
Formato 11,5x20m, 115 páginas
ISBN 978-85-7419-881-1

Durante o último quarto do século XIX, a psiquiatria brasileira estruturou seus discursos em torno da sexualidade. Ela tornou-se o principal elemento na classificação/criação das identidades “desviantes” após 1870, portanto no período de decadência do Império. A ascensão das chamadas “novas idéias” e as medidas abolicionistas fizeram emergir temores sobre a população negra – entendida como perigo social –, o que levou a uma nova forma de compreensão da sociedade brasileira e de seus “desvios”.
Neste livro, Renato Beluche mostra que este foi o contexto onde surgiram reflexões que utilizaram a sexualidade como uma estratégia de crítica da velha ordem, mas também de consolidação de uma nova, burguesa, que mantivesse hierarquias raciais e de gênero, de forma que, em nossa República, vigorasse a desejada ordem e, a partir dela, alcançássemos aquele grande mito do dezenove, o progresso.

 

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Sumário sintetizado

Apresentação Richard Miskolci 

Capítulo 1 Análise genealógica
Michel Foucalt e a genealogia
As identidades 

Capítulo 2 O nascimento da medicina moderna no Brasil
A construção da ordem
O saber médico na primeira metade do século XIX
O espaço urbano

Capítulo 3 Psiquatria e sexualidade
Uma nova ciência nos trópicos
Da ruptura à continuidade: do crime ao criminoso
Os anormais ou degenerados

Capítulo 4: O corte da sexualidade
Pânicos morais
O “perigo negro”

Considerações finais Sexualidade, “raça” e nação

 
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