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Trabalho à deriva

 

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Trabalho à deriva : privatização e cultura do trabalho no porto de Santos

Carla Regina Mota Alonso Diéguez
Formato: 16x23 cm, 220 páginas
ISBN: 978-85-391-0827-5


Trabalho à deriva se situa no quadro de mudanças originadas pela reforma do setor portuário, iniciada com a promulgação da Lei nº 8.630, em 1993, cujo objetivo foi retirar o Estado das operações portuárias e abrir o setor ao capital privado.
Carla Diéguez analisa como se estabeleceram as relações entre capital e trabalho após a privatização e a introdução do Órgão Gestor de Mão de Obra – (OGMO), dirigido por representantes patronais e novo responsável pela gestão do trabalho – com a finalidade de verificar a configuração do campo de relações em que, durante muito tempo, os trabalhadores foram agentes dominantes.


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"Focando sua pesquisa nos estivadores de Santos, o texto analisa os principais temas relacionados à dinâmica da privatização portuária seja no Brasil, seja no exterior"
Por Iram Jácome Rodrigues


O livro da Profa. Carla Diéguez sobre o trabalho e os trabalhadores do maior porto da América Latina discute, a partir de ampla pesquisa, os principais desafios que foram colocados aos portuários a partir dos anos 1990 quando se iniciou o processo deprivatização. Focando sua pesquisa nos estivadores de Santos o texto analisa os principais temas relacionados à dinâmica da privatização portuária seja no Brasil, seja no exterior utilizando como ponto de partida a constituição do Órgão Gestor de Mão de Obra (OGMO) em 1993.Para atingir este objetivo a autora mobiliza um conjunto de temas e questões que dão concretude ao livro: o trabalho portuário, a resistência dos trabalhadores à privatização, o papel desempenhado pela instituição sindical nesse processo bem como a relação entre porto e cidade.

 

Os anos noventa representaram, em nosso país, a continuidade de um amplo processo de flexibilizaçãoda produção com seu corolário de terceirização e desemprego continuado trazendo, naquele momento, um aumento da insegurança e da precarização das condições de trabalho para os empregados. Ao discutir esse percurso Trabalho à Deriva analisa as condições de vida e trabalho dos operários da estiva do Porto de Santos, as mudanças na cultura do trabalho, o papel desempenhado pela sua representação sindical e as ambiguidades de ser trabalhador portuário neste início de século XXI.

 

 
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