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diálogos de um rabino

 

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O diálogo é uma ferramenta que possibilita reunião de forças. Entendo o diálogo como um meio, e não um fim em si. Embora muito aprazível, não dialogamos pelo prazer de dialogar, mas com o objetivo de operar mudanças profundas na sociedade. Por meio do diálogo, superamos as barreiras que nos impediriam de interagir de maneira eficaz frente aos desafios da nossa era.

O exercício do diálogo, no entanto, não é trivial. Um dos maiores desafios para o ser humano se encontra justamente no diálogo. Isso porque dialogar significa ir ao encontro do outro, que é diferente de mim. Dialogar presume o reconhecimento e, principalmente, a valorização da diferença.

Diálogos de um rabino parte de uma perspectiva judaica. No entanto, a partir dela, pretende conversar sobre desafios essencialmente humanos e, portanto, universais.
Michel Schlesinger


O deserto tem veredas!

Por Mario Sergio Cortella

 

O deserto, tão presente na vivência histórica do judaísmo e tão presente como símbolo de aridez e ausência de fartura! O deserto como um grande sertão, no qual a percepção de abandono e solidão pode ser inclemente; o deserto como território no qual o desânimo pode nos capturar e a desistência nos derrotar! O deserto como rarefação da Vida e como lugar da iminência da Morte!

Mas o deserto dever ser passageiro; sempre há veredas, sempre pode haver saída e sempre haverá saída se formos, cada um e todos, na esperança firme. Afinal, como escreveu Michel aqui neste livro “o deserto, na história do Povo Judeu, é um lugar no qual se vive apenas temporariamente. O deserto é uma terra de transição”.

Michel Schlesinger nos ajuda a entender melhor esse horizonte edênico: o deserto tem veredas!


 

 
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